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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Dependencia Quimica na Adolescencia

Dependência Química na Adolescência –

Matéria extraída do Jornal Diário da Manhã: Goiânia, Quinta-feira, 08/12/2010, página 03
Autor: Dr José Geraldo Rabelo. Psicoterapeuta, psicólogo, filosofo, escritor e palestrante. Email: rabelojosegeraldo@yahoo.com.br

Finalizamos o século XX atropelados pelas incompreensões a respeito da consciência de si mesmo. Nestas proporções iniciamos o século rumo ao terceiro milênio sobrecarregados de dúvidas, incerteza, medo do amanha, desesperança, preguiça patológica, diferenças gritantes entre ricos e pobres, aumento assustador de doenças psicoemocionais, são, talvez, as principais causas que levam os adolescentes a fugirem nas drogas e não se tornarem responsáveis pela própria vida.
Um dos agravantes observados nas duas últimas décadas é o grupo de meninas que buscam no álcool e nas outras drogas uma maneira de se igualar ao sexo masculino ou mesmo para competir de igual para igual. Por muito tempo a dependência química era considerada uma doença masculina. Aspectos culturais e sociais que propiciavam o acesso dos homens ao álcool e as drogas levaram a crer que eles são muito mais propensos a usar esses produtos. Por esse motivo, pouco se pesquisou a respeito da drogadicção feminina, e na prática, os programas e centros de tratamento raramente são voltados para o grupo de adolescentes do sexo feminino. No entanto, há sinais de que a predominância de estudos com voluntários homens tenda a diminuir, já que o uso de bebidas e substancias ilícitas se tornou socialmente mais aceitas tanto por adolescente quanto por mulheres adultas. Segundo pesquisas é na população feminina que o uso de bebidas e drogas tem aumentado.
De forma singular, elas podem ser particularmente vulneráveis ao uso de substancia que criam dependência e aos seus efeitos, pois os hormônios sexuais femininos afetam diretamente os circuitos de recompensa do cérebro, influenciando a resposta à droga.
Conhecidas como psicodélicas ou alucinógenas, como o LSD, a cocaína e crack – altera profundamente a percepção e a consciência dos estímulos internos e ambientais. Essas substancias podem estar em plantas, produtos de origem animal ou compostos sintéticos. Sua ação sobre o sistema nervoso central causa três efeitos principais: delírios, ilusão e alucinação.
O primeiro ocorre quando a pessoa percebe corretamente um estímulo (sonoro, visual ou táctil), mas interpreta erradamente, ou seja, tem uma percepção anormal dessa fonte. O individuo sob o efeito da droga ao ver duas pessoas conversando, julga que ambas o estão caluniando ou mesmo tramam sua morte – delírio persecutório. Na ilusão o individuo ouve – por exemplo – uma sirene e a interpreta como uma trombeta celeste. Já a alucinação é uma percepção sem estimulo algum (no exemplo, não há sirene tocando), mas usuário tem certeza dd que a ouve. As alucinações podem ser sonoras, visuais e gustativas, entre outras.
À vezes a pessoa tem a alteração, isto é, ouve o som ou vê algo inexistente, mas sabe que essas percepções não são reais. Nesses casos, o fenômeno pode ser chamado de alucinose, diferindo daqueles em que o usuário acredita que a percepção é real (alucinação) – isto é, que ela existe mesmo.
Quando a mulher usa qualquer tipo de droga (incluindo o álcool) no inicio de su ciclo, obtém mais prazer, por isso pode ser mais difícil enfrentar o desafio de deixar a droga.
Não podemos deixar de mencionar que vivemos num País, politicamente, ilusório ou enganador, ou seja, não vemos os governantes investirem na educação, nossa saúde publica vai de mala pior, a impunidade é exemplificada nos altos escalões do governo, nossa segurança é falida, o ociosidade na pré e adolescência impera com falta de limites e proibição do trabalho na infância e adolescência através de leis criadas por parlamentares analfabetos em termos “psicosociais” e visão de ser em toda sua integridade, ainda mais, o valor da vida vem se perdendo por todo esses fatores, portanto, viver ou morrer não faz muita diferença perante os adolescentes.
Para fugir ao distress, à correria do dia a dia, à falta de perspectiva para o amanha, dívidas financeiras, culpas pelos fracassos – assim vistos ainda na adolescência, pais imaturos e inseguros tentando criar filhos adultos, narcisismo secundário, ou seja, pais querendo satisfazer seu ego na cobrança do sucesso dos filhos e assim por diante, são desencadeadores de fugas no falso prazer que a droga proporciona.
Outros fatores que poderíamos incluir na fuga através do álcool e outras drogas são a depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar do humor aliados ao processo obsessivo – hoje já aceito pelo OMS (F44.3), onde há a influencia de energia de seres desencarnados levam menos vigilantes a percorrer um caminho de dor e sofrimento através da ilusão do álcool e das drogas ilícitas.
Muitas iniciam nas drogas ainda na tenra infância e, não vendo uma saída compensatória, se entregam deliberadamente até a morte, muitas vezes prematura. Em algum nível psíquico parece reconfortante nos deixarmos levar pela herança impregnada pelo pensamento cartesiano e cultivar a tendência de crer que as coisas são de um jeito ou de outro. E pronto. Mas não é bem assim. Num mundo tão múltiplo quanto se tornou o nosso – e considerando a extrema complexidade do funcionamento do cérebro e da mente – é impossível deixar de lado as nuances. Porém, ainda causa estranhamento cogitar a existência de um aspecto benéfico do uso do álcool e das drogas. Nos profissionais que lidamos diariamente com essas pessoas, muitas das vezes, nos perguntamos o que leva o ser humano a buscar tamanho sofrimento através da ingestão exagerada do álcool e a fdazer uso de uma droga de duração curta – quanto aos efeitos imediatos, porém, de grande poder alucinatório, roubando-lhe toda lucidez e consciência d si mesmo e do mundo que o rodeia?

sábado, 5 de setembro de 2009

Temas Para Aula de Fisiologia

Clicar nos links abaixo para acessar conteúdos relativos o estudo da célula...


Célula Animal :Uma visão geral sobre as células, a menor unidade dos seres vivos.

Membrana Plasmática:Ela é responsável pela forma e pela entrada e saída de substâncias dentro da célula.

Difusão e Osmose: Saiba mais sobre o transporte passivo que ocorre no interior das células

Respiração Celular: A mitocôndria é a responsável pela respiração celular. Saiba mais sobre este processo.

Mitose:Divisão Celular: Entenda a mitose e suas fases (prófase, metáfase, anáfase, telófase, interfase).

Meiose:Divisão Celular: Saiba mais sobre meiose I e meiose II, suas fases, células haplóides e diplóides, etc.

Cromossomos: Eles carregam todas as informações que as células necessitam para seu crescimento, desenvolvimento e reprodução. Saiba mais.

Mitocôndria: Sem esta organela, as células não seriam capazes de realizar nenhuma de suas funções vitais, entenda melhor.

Fagocitose: Saiba mais sobre este importante mecanismo de defesa que protege nosso organismo contra a invasão de agentes causadores de doenças.

Núcleo Celular: É através do núcleo que a célula controla todas as suas atividades. Dentro dele, ela armazena o código genético.

Fonte:
http://www.todabiologia.com/citologia/

Nestas Aulas você compreenderá mais sobre as celulas...

Aula1 - Entendendo o funcionamento da célula.
Aula 2 - Conhecendo a membrana plasmática.
Aula 3 - Conhecendo as organelas celulares.
Aula 4 - Processos de transporte de substâncias.
Aula 5 - A reprodução celular - Mitose.
Aula 6 - A reprodução celular - Meiose.

Fonte: http://www.instrumentador.com.br/internas/aulas/citologia.htm

Nestes Links você encontrára um referencial sobre temas relativos ao estudo da Saúde, Biologia, Fisiologia e Meio Ambeinte

Abortamento ou Aborto
Água
Anelídeos
Anexos embrionários
Animais
Anomalias Cromossômicas
Armas Biológicas
Artrópodos (aracnídeos, quilópodos e diplópodos)
Artrópodos (crustáceos)
Artrópodos (insetos)
Asquielmintos
Biociclos aquáticos
Bioinformática
Biologia Evolutiva
Biologia Vegetal
Bioquímica
Biosfera
Botânica
Cadeia Alimentar
Câncer
Caule das Angiospermas
Celenterados ou cnidários
Célula vegetal
Ciclo Celular
Ciclo celular - a mitose
Ciclos Biogeoquímicos
Ciclos reprodutores dos vegetais
Cinco sentidos
Citologia
Citologia e Genética
Citoplasma
Classificação embriológica dos animais
Conceitos ecológicos
Contaminação dos alimentos
Cordados (anfíbios)
Cordados (aves)
Cordados (mamíferos)
Cordados (protocordados)
Cordados (répteis)
Cordados (superclasse dos peixes)
Cuidados com o corpo
Dentes
Determinação e herança relacionada ao sexo
Doenças
Doenças da visão
Drogas
Drogas
DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis
Ecologia
Embriologia (tipos de ovos e clivagem)
Embriologia do anfioxo
Engenharia genética
Equinodermas
Esqueleto dos animais
Estudo das populações
Evolução dos folhetos germinativos
Floresta
Fluxo de energia nos seres vivos
Folhas das Angiospermas
Fotossíntese
Genética
Genética molecular
Gravidez
Grupos Sanguíneos
Histologia
Histologia - Tecido Epitelial
História da Biologia
Influência hormonal no desenvolvimento vegetal
Interação gênica e herança quantitativa
Linkage, crossing-over e equilíbrio genético
Líquenes
Meiose
Meiose e Gametogênese
Mel
Membrana plásmatica
Mendelismo
Metabolismo
Moluscos
Mutações
Núcleo
Organização e composição química dos seres vivos
Organização estrutural dos seres vivos
Origem da vida e evolução
Osmose
Osmose, absorção e gutação
Parasitologia
Platielmintos
Polialelia e imunologia
Poluição
Poríferos ou espongiários
Proteínas e vitaminas
Protistas
Protozoários
Química da célula
Raiz das Angiospermas
Reino Plantae
Relações Ecológicas
Relações entre os seres vivos
Reprodução
Segunda Lei de Mendel
Seres vivos
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
Sistema Circulatório
Sistema Digestório
Sistema Endócrino
Sistema Excretor
Sistema hormonal
Sistema muscular
Sistema Nervoso
Sistema Reprodutivo
Sistema Respiratório
Sistema Sensorial
Sistemática ou taxonomia
Solo
Solo, agricultura e meio ambiente
Sucessões Ecológicas
Tecidos vegetais
Tegumento dos animais
Tendências evolutivas nos vegetais
Transpiração
Transporte de nutrientes nos vegetais
Vegetais intermediários (criptógamas)
Vegetais superiores
Viroses e bacterioses
Zoologia e Embriologia

Fonte: http://www.colegioweb.com.br/biologia/citologia1

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Cap 02 - Introdução á Química Biológica

A) A Química da Vida

Leia esta introdução sobre a Química da Vida, vale a pena....












Desde que o homem necessitou alterar os padrões ambientais para assegurar a sua subsistência no planeta, utilizando os conhecimentos adquiridos sobre a química das coisas já criadas, problemas ambientais de toda ordem foram surgindo, alguns dos quais são discutidos em nossos dias, como por exemplo, os transgênicos.

A discussão necessária entre a química e a continuação da vida seria a de ver se existe alguma relação entre as modificações introduzidas no processo reprodutivo das plantas para torná-las mais resistentes às pragas e as novas doenças que existem em nossos dias, tais como as novas formas de câncer, a obesidade, o enfraquecimento dos ossos, entre outras.

Por outro lado também se deve perguntar se é melhor viver com os riscos das modificações genéticas, podendo ser acometido por novas doenças, ou, se, ao contrário, devemos abandonar a química e buscar outras formas de se garantir a subsistência. Adotando a segunda opção, quais seriam as possibilidades alternativas?Em se tratando da vida na terra, há uma verdade inquestionável: o planeta não tem condições naturais de produzir todos os bens de que necessitam os seres vivos para continuarem existindo.
Se por um lado alguns acham que seja condenável o processo de otimização química da produção desses bens para atender a uma quantidade cada vez maior de pessoas, por outro, esses mesmos críticos não têm uma alternativa melhor para atender toda a demanda alimentar da humanidade.

Nesse sentido, ampliando as possibilidades de debate havermos de perguntar: se a solução química não serve, isso quer dizer que a solução para a garantia da vida ainda reside nas velhas guerras de extermínio usadas no passado para realizar o controle demográfico, mantendo-o dentro dos limites das potencialidades do planeta? Isso é questionável. A morte não pode ser uma solução para a vida. É obvio que a ciência deve encontrar outras formas mais aceitáveis.

A vida é um bem maior do que a segurança oferecida pela natureza. De acordo com as possibilidades desta, apenas alguns poderiam sobreviver. É de perguntar: quem devem ser esses privilegiados? Devemos adotar a solução darwinista da seleção natural, permitindo que os mais fortes sobrevivam e que os mais fracos sejam eliminados? Essa também é uma solução temerável.É de ver que a química tem oferecido alternativas de vida e não de morte.
Não se tem procurado matar as pessoas, mas garantir que um número maior de espécies possa sobreviver. Além disso, é de observar que a expectativa de vida humana, por exemplo, tem aumentado apesar de estar a química presente em tudo o que usamos e consumimos.

O problema da química não é a morte. O problema talvez seja exatamente o contrário. A química aumenta as possibilidades de vida. Por conta disso, o planeta se enche mais rapidamente. E logo poderemos ter o caos da superpopulação. Nessa linha, o extermínio periódico proporcionado pelas guerras parece ser uma solução bastante plausível. Mas com certeza essa não pode ser a melhor solução.
O homem não criou a ciência da evolução para que um dia viesse a concluir que ela não seria capaz de resolver as questões da vida e que, portanto, deve ser abandonada em favor da morte, a qual sim, efetuava o controle no passado e,portanto, de igual forma é competente para continuar mantendo o controle.
Mesmo reconhecendo que Maltus estava certo e que a população cresce em progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos avança em progressão aritmética, ainda assim, matar não é uma solução para a vida.O uso da química para aumentar as possibilidades de vida no planeta, nunca foi e nem será um problema para a humanidade.
O verdadeiro desafio consiste em descobrir novos mundos, com outros locais e plataformas de subsistência. E nesta busca, com toda a certeza, a química é a grande aliada dos seres vivos.

Referência:
(SOUSA, Izaias Resplandes. A Química da Vida (MT). Disponível em: <>. Acesso em 05 de setembro de 2009


B) Obejtivo do Estudo da Bioquímica

A Bioquímica estuda, basicamente, as reações químicas de processos biológicos que ocorrem nos organismos vivos. Para isso, a estrutura e a função das biomoléculas - aminoácidos, peptídeos, enzimas, proteínas, carboidratos, lipídeos, ácidos nucléicos, hormônios, vitaminas, dentre outros - são trabalhados nessa disciplina.
Também é destaque a importância biológica e propriedades físico-químicas da água, além dos sistemas-tampão e pH.
Clicar no link abaixo para ser direcionado aos tópicos acima sobre o estudo da bioquímica.

sábado, 29 de agosto de 2009

Fisiologia Humana

Conteúdos de Fisiologia

1. Organização do Corpo Humano;
2. Introdução à Química;
3. As Células;
4. Os Tecidos;
5. O Tegumento Comum;
6. O Sistema Esquelético;
7. O Sistema Articular;
8. O Sistema Muscular;
9. O Tecido Nervoso;
10. Sistema Nervoso Central, Nervos Espinais e Nervos Cranianos;
11. Sistema Nervoso Autónomo;
12. Sentidos Somáticos e Sentidos Especiais;
13. As Glândulas Endócrinas;
14. Sistema Circulatório: O Sangue;
15. Sistema Circulatório: O Coração;
16. Sistema Circulatório: Os Vasos Sangüíneos e a Circulação;
17. O Sistema Linfático e o Sistema Imune;
18. O Sistema Respiratório;
19. O Sistema Digestório;
20. Nutrição e Metabolismo;
21. O Sistema Urinário;
22. Equilíbrio Hídrico, Eletrolítico e Ácido-Básico;
23. Os Sistemas Genitais;
24. Desenvolvimento e Herança Genética







Pages

Cap 01 - Organização do Corpo Humano

A fisiologia (physis + lógos + ia) lida com as funções das partes do corpo, isto é, como elas trabalham.

A) Níveis de Organização do Corpo Humano

O nível químico inclui todas as substâncias químicas necessárias para manter a vida. As substâncias químicas são constituídas de átomos, a menor unidade de matéria, e alguns deles, como o carbono (C), o hidrogênio (H), o oxigênio (O), o nitrogênio (N), o cálcio (Ca), o potássio (K) e o sódio (Na) são essenciais para a manutenção da vida.

Os átomos combinam-se para formar moléculas; dois ou mais átomos unidos. Exemplos familiares de moléculas são as proteínas, os carboidratos, as gorduras e as vitaminas.

As moléculas, por sua vez, combinam-se para formar o próximo nível de organização: o nível celular. As células são as unidades estruturais e funcionais básicas de um organismo.
Entre os muitos tipos de células existentes em seu corpo estão as células musculares, nervosas e sangüíneas. Cada uma tem uma estrutura diferente e cada uma desenvolve uma função diferente.

O terceiro nível de organização é o nível tecidual. Os tecidos são grupos de células semelhantes que, juntas, realizam uma função particular. Os quatro tipos básicos de tecido são tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular e tecido nervoso.
Quando diferentes tipos de tecidos estão unidos, eles formam o próximo nível de organização: o nível orgânico. Os Órgãos são compostos de dois ou mais tecidos diferentes, têm funções específicas e geralmente apresentam uma forma reconhecível. Exemplos de órgãos são o coração, o fígado, os pulmões, o cérebro e o estômago.

O quinto nível de organização é o nível sistêmico. Um sistema consiste de órgãos relacionados que desempenham uma função comum. O sistema digestório, que funciona na digestão e na absorção dos alimentos, é composto pelos seguintes órgãos: boca, glândulas salivares, faringe (garganta), esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, fígado, vesícula biliar e pâncreas.
O mais alto nível de organização é o nível de organismo.Todos os sistemas do corpo funcionando como um todo compõem o organismo - um indivíduo vivo.

Niveis de organização do corpo humano

Niveis de organização do corpo humano
Atomo - Molecula - Substancia - Celula - Tecido - Orgão - Sistema - Organismo - Individuo

Video Bioquimica Celular